Passa uma brisa doce, vem do Sul,
sopro em murmúrio de terno amante.
O céu, em calmaria límpida de azul,
envolve a Terra em dobras de turbante!
O Sol sorri, e derrama luz em molhos,
por entre plátanos, agora quase despidos…
Resplendecem sorrisos, lucernas para os olhos,
e bailam sombras nos lugares perdidos!
Instantes agarrados, quase eternidade!
Libertos pesadelos e choros amarfanhados!
Ecoa pelos campos cândida saudade…
Vinda de longe, perdida nos montados
e na planura, doirada, exposta e nua,
em dádiva de quando a quiser ter!
Entretanto, deixo-me planar de rua em rua,
Querendo agarrar esta réstia de viver!
sopro em murmúrio de terno amante.
O céu, em calmaria límpida de azul,
envolve a Terra em dobras de turbante!
O Sol sorri, e derrama luz em molhos,
por entre plátanos, agora quase despidos…
Resplendecem sorrisos, lucernas para os olhos,
e bailam sombras nos lugares perdidos!
Instantes agarrados, quase eternidade!
Libertos pesadelos e choros amarfanhados!
Ecoa pelos campos cândida saudade…
Vinda de longe, perdida nos montados
e na planura, doirada, exposta e nua,
em dádiva de quando a quiser ter!
Entretanto, deixo-me planar de rua em rua,
Querendo agarrar esta réstia de viver!